quarta-feira, 8 de outubro de 2014

MISTÉRIO: Túmulo que verte água!


Quem foi Padre Francisco Emerlindo Ribeiro

Nasceu em Jequeri - MG, no dia 26/10/1893. Aprendeu, desde criança, a discernir e a dar o justo valor às coisas que passam e a privilegiar os valores duradouros da fé e da solidariedade. Um jovem com uma vocação marcante para a vida sacerdotal, de que nem mesmo ele suspeitou nos primeiros anos de sua mocidade. Mas como aconteceu com São Francisco de Assis, a reviravolta foi definitiva. Aos 22 anos, formou-se em direito, onde exerceu a profissão de advogado em Jequeri. No mesmo ano de sua formatura resolveu entrar no seminário da Arquidiocese de Mariana, onde foi ordenado sacerdote no dia 25 de julho de 1916, na Catedral da Sé em Mariana-MG, pela imposição das mãos de Dom Helvécio Gomes de Oliveira. Foi designado para a Paróquia São Sebastião da cidade de Raul Soares. Foi indicado pelo Governador do Estado de Minas Gerais, Milton Campos, para assumir como 1º Prefeito de Jequeri, no dia 30 de Janeiro de 1931. Depois de ter passado por algumas paróquias, em 1959 foi mandado para São José do Goiabal/MG, encontrando a cidade em pé-de-guerra, por motivos políticos, já que o padre que o antecedeu era ativista. A cidade estava dividida em dois grupos, onde havia muita ofensa, brigas e perseguições.


Mas, com a chegada de Padre Ermelindo, tudo se acalmou, ele conseguiu unir a cidade como em um passe de mágica, ou um milagre. Padre Ermelindo morreu em 09/09/1962 no hospital siderúrgico de João Monlevade, onde se encontrava em tratamento.

 História
O túmulo de um padre chama a atenção dos moradores da pequena cidade de São José do Goiabal MG. A cidade possui cerca de 6.000 habitantes. Da lápide sai um líquido branco, sem cheiro, mais denso que a água, e segundo os fiéis, é milagroso. 

Trata-se do túmulo do Padre Francisco Ermelindo Ribeiro, o primeiro pároco do município, falecido em 1962. O líquido começou a sair em 1970, mas somente agora a Igreja Católica investiga as graças recebidas por dezenas de pessoas que se dizem agraciadas pelo padre e a substância misteriosa. Estão sendo reunidos documentos para iniciar o processo de beatificação do religioso. 

O ex-seminarista e investigador da igreja local, Amélio Pascoal Menees Neto, pretende catalogar todos os milagres e encaminhar ao Vaticano. 

 A Igreja exige a comprovação de pelos menos 3 milagres. Ele informou ter conhecimento de mais de 100 milagres e vai investigar muitos outros, num processo que pode levar até 20 anos, informou. 

Menezes Neto era seminarista e foi licenciado em 2005 pela Igreja para ir até a cidade investigar os fatos. Nascido em São José do Goiabal, ele conhece muitos dos milagres e já reuniu provas de alguns. Amostras do líquidso que sai do túmulo foram recolhidas e enviadas ao laboratório da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG ), mas a análise ainda não foi concluída. 

Um dos casos investigados é o da aposentada Santa Artuzo Narques, 77 anos, moradora da cidade. Ela foi diagnosticada com um tumor maligno na tireóide, denominado linfoma. 

Os médicos disseram que era grave. Ela passou por cirurgia para retirar o tumor e quimioterapia. Durante o tratamento, a aposentada disse ter passado na garganta o líquido que sai do túmulo do padre. E, na quarta sessão de quimioterapia, para surpresa do médico, estava curada. 

Outro caso foi da balconista Geisiane Duarte Batista, de 22 anos. Ela teve leucemia aos 11 anos e teria de fazer trasnsplante de medula óssea, mas nenhum membro de sua família era compatível. 
  
Sua tia a fez deitar sobre o túmulo do Padre Ermelindo e passar o líquido no corpo. Quando foi a Belo Horizonte para exames, os médicos disseram que ela não precisava mais de transplante e somente a radioterapia seria suficiente. Hoje a moça está curada...
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